De acordo com especialistas, os idosos são mais vulneráveis porque, com o avanço da idade, o organismo passa a sentir menos sede, além de ocorrer maior perda de líquidos. Já as crianças, principalmente as menores, muitas vezes não conseguem identificar ou expressar a sede, além de perderem líquidos rapidamente por meio do suor, brincadeiras intensas e episódios de diarreia ou vômito.
Riscos à saúde
A desidratação pode provocar sintomas como fraqueza, tontura, sonolência, confusão mental, boca seca, diminuição da urina e queda da pressão arterial. Em casos mais graves, pode levar à necessidade de internação hospitalar, especialmente entre idosos com doenças crônicas e crianças pequenas.
Cuidados essenciais no calor
Os profissionais orientam que a hidratação deve ocorrer ao longo de todo o dia, sem esperar o surgimento da sede. Entre as principais recomendações estão:
- Oferecer água com frequência a idosos e crianças
- Incluir água de coco, sucos naturais sem açúcar e chás
- Evitar excesso de refrigerantes, café e bebidas alcoólicas
- Manter uma alimentação leve, com frutas ricas em água, como melancia, laranja e melão
- Evitar exposição ao sol nos horários mais quentes do dia
- Garantir ambientes ventilados e frescos, especialmente para crianças e idosos acamados
Atenção dos familiares é fundamental
Médicos reforçam que o papel dos familiares e cuidadores é essencial nesse período. Observar mudanças de comportamento, redução da ingestão de líquidos ou sinais físicos de desidratação pode evitar agravamentos e garantir um verão mais seguro.
Com as temperaturas elevadas, a orientação é clara: hidratação é cuidado básico e essencial, principalmente para quem está nos extremos da vida.


